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Região Agreste pode ter medidas mais restritivas.

 

A Região Agreste é o maior foco de preocupação do Governo de Pernambuco no que diz respeito ao avanço da Covid-19. Em entrevista coletiva na tarde de ontem, o secretário estadual de Saúde, André Longo, comentou que uma reunião com a participação do governador Paulo Câmara e os prefeitos dos municípios integrantes da IV e V regionais pode definir por medidas mais restritivas naqueles locais.

"A macrorregião agreste é a que mais nos preocupa atualmente. Nas duas últimas semanas tivemos um aumento de 44% nas solicitações de UTI naquela região", disse ele, acrescentando que foi esse o impacto maior no aumento de 69 leitos de terapia intensiva demandados na última semana epidemiológica.

Por isso, a necessidade de um encontro para avaliar o que pode ser feito de imediato para evitar o crescimento dessa curva. A reunião de hoje terá a intermediação da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). "Estamos analisando a necessidade de medidas específicas para essa região e pedimos uma reunião a Amupe para discutir a situação e avaliar medidas", pontuou.

No cômputo geral comparando as duas últimas semanas, Longo informou que os números confirmam o momento de estabilização, porém ainda elevado, já que a demanda por leitos na rede pública segue acima de 95%. Ele alertou para o fenômeno da sazonalidade neste mês de maio, quando há um aumento de episódios de Síndrome Respiratória Aguda Grave por outros agentes, diferentes da Covid-19. "Este ano tivemos um padrão sazonal mais precoce do que em 2020. O monitoramento é feito rotineiramente e é necessário um esforço e conscientização para a prevenção desse impacto", ressaltou.

Vacinação

Também presente na coletiva, a superintendente de Imunizações da Secretaria de Saúde, Ana Catarina Melo, comentou sobre as idas e vindas da vacinação para gestantes e puérperas. Segundo ela, os eventos adversos gerados nesse público pelo imunizante AstraZeneca são muito raros e nenhum foi notificado em Pernambuco.

"Os eventos são raríssimos, principalmente os graves. A suspensão indicada pela Anvisa foi por precaução, pois não há relação causal comprovada do evento adverso com a vacina e nenhum caso foi relatado em Pernambuco. Quem tiver alguma suspeita deve procurar o serviço onde foi aplicada a vacina para ser feita uma investigação", pontuou.

Sobre a redução das faixas etárias para alcançar um público mais jovem, a gestora informou que, seguindo as orientações do Programa Nacional de Imunização (PNI) o objetivo no momento é evitar casos graves e óbitos, por isso a escolha para idosos e portadores de comorbidades, público que representa quase 90% das mortes no Estado.













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