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Celular para crianças: os cuidados que você deve ter ao dar um aparelho aos pequenos

13:45 0 Comments

A internet é uma ótima aliada para crianças e jovens, abrindo portas para o conhecimento, entretenimento e até socialização. Mas ela pode ser uma ferramenta perigosa aos filhos quando utilizada sem certas precauções. Bruno Prado, especialista em segurança na internet, indica os perigos do mundo virtual e os cuidados que devem ser tomados ao entregar um celular para crianças.

Cyberbullying

O bullying, violência em forma de “brincadeira” na escolas, é um problema antigo pelo qual muitos jovens passam e que podem gerar diversas consequências no desenvolvimento da personalidade do indivíduo. “Na era moderna, o bullying ganhou uma nova roupagem e transcendeu o horário das aulas. As humilhações chegaram às redes sociais, causando um sofrimento interminável à vítima”, salienta Prado.
Como evitar: Nesses casos, os pais devem ficar atentos a possíveis mudanças de comportamento dos filhos e estabelecer um diálogo para o acompanhamento psicológico.

Superexposição

Todo mundo compartilha suas experiências nas redes sociais, indica os locais que costumam frequentar e posta fotos em momentos de lazer e até de intimidade. Ao dar um celular para crianças, fique alerta: “Essas informações são vestígios que ajudam qualquer desconhecido a identificar facilmente onde o jovem estuda e passeia, sua classe social e quem são seus parentes. Assim, fica muito mais fácil de se tornar um alvo de crimes”, salienta o especialista.
Como evitar: configure as permissões dos aplicativos para definir quem pode visualizar as postagens. Uma conversa também é válida para apresentar os riscos da superexposição e orientar o que pode ou não ser compartilhado.

Conteúdos impróprios

“Conversas e grupos em aplicativos de mensagens instantâneas são um meio eficiente para conversas com familiares e amigos, compartilhamento de imagens e vídeos de piadas, por exemplo. Ao mesmo tempo, alguns conteúdos podem ser ofensivos e/ou impróprios para as crianças”, ressalta Prado.
Como evitar: autorize a utilização desses aplicativos somente após uma idade mais avançada.

Criminosos virtuais

As redes sociais são ótimas para conhecer pessoas com as mesmas afinidades e fazer novos amigos, mas também há o risco de encontrar gente mal intencionada. “Esses criminosos procuram se aproximar das vítimas até ganhar a confiança para organizar um encontro no mundo real, o que é uma armadilha para diversos golpes. Muitas vezes, as crianças dão abertura aos estranhos em busca de uma atenção que não recebem em casa”, comenta o especialista.
Como evitar: a proximidade e o diálogo com os filhos são fundamentais para prevenir sobre os riscos e saber com quem eles estão conversando.

4 hábitos saudáveis que podem estar prejudicando sua saúde bucal

13:43 0 Comments

Tomar suco verde, beber água com limão em jejum, pegar carga pesada na musculação… Você é adepta dessas práticas? Cuidado: elas podem estragar os dentes quando a higiene bucal não é feita corretamente. Sim! Muitos nem imaginam, mas o risco de cárie, erosão dentária e problemas na gengiva aumenta pra valer em quem inclui esses hábitos na rotina.
Conversamos com especialistas para entender por que isso acontece e como garantir que suas atitudes sejam saudáveis para seu corpo – e sua boca.

1. Exagerar na musculação

Atire o primeiro pesinho de 1 kg quem nunca se pegou rangendo os dentes ao levantar muita carga na academia. O quadro é bem comum e tem nome: bruxismo. “Dependendo da frequência e da força que a pessoa faz, pode haver desgaste dentário, sobrecarga nos músculos do maxilar e até dor de cabeça e de ouvido”, alerta Fernando Reis, especialista em implantodontia e estética, de São Paulo.
Vale checar com um profissional de educação física se o peso que você está pegando é adequado; caso esteja tudo certo, a solução é usar um protetor bucal. “Ele absorve o impacto e distribui a energia para uma superfície maior, reduzindo a força aplicada”, explica a cirurgiã-dentista Isrraela Massena, do Rio de Janeiro. “Além de proteger os dentes, o acessório ainda ajuda a evitar fraturas na mandíbula e até lesões no cérebro e na coluna cervical”, assegura.
Outra dica é focar a atenção em seus movimentos durante o exercício. “É preciso haver uma reeducação. Não desconte tudo na arcada dentária e concentre a força em outro lugar — no core, por exemplo”, observa Fernando. Fisioterapia, pilates e treinos de propriocepção também contribuem para aliviar a tensão. 

2. Tomar muito suco verde

Com certeza você tem uma receita de suco verde que ama. O problema é se ele for feito com muitas frutas cítricas. “Elas podem prejudicar a camada mais externa do dente, provocando erosões”, diz Isrraela.
Mas não pense que basta uma escovação logo após ingerir a bebida. “Isso potencializa o efeito da corrosão: as cerdas vão esfregar o ácido com mais força ainda”, comenta Fernando. A orientação é higienizar a boca 15 minutos após tomar o líquido.

3. Fazer jejum intermitente

Popular entre as pessoas que desejam acelerar o metabolismo e perder uns quilinhos, o método consiste em passar horas sem ingerir qualquer tipo de alimento no intervalo entre o jantar e o café da manhã do dia seguinte. Acontece que a prática pode levar ao mau hálito, já que ficar muitas horas sem comer gera uma diminuição do fluxo salivar e, consequentemente, a halitose. 
Se o efeito incomodar muito, converse com seu nutricionista para avaliar se há outras estratégias que vão ajudá-la a emagrecer sem passar por esse constrangimento.

4. Comer açaí

Se mancha a roupa, imagine os dentes… A fruta é fonte de cálcio, antioxidantes, proteínas e fibras, mas é indicado escovar os dentes logo após o seu consumo. “Só uma boa limpeza bucal e a remoção de resíduos pode evitar o escurecimento gradual”, esclarece a dentista do Rio de Janeiro.

Contra insegurança e corrupção, candidaturas de militares dobram em 4 anos

13:31 0 Comments

Incentivados pela reprovação a políticos de carreira, militares ampliaram a participação na disputa por cargos do Poder Executivo neste ano. O número de candidatos originários das Forças Armadas, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros quase dobrou em relação ao pleito de 2014. Levantamento identificou pelo menos 25 militares, da ativa ou da reserva, que vão concorrer a presidente, vice-presidente, governador ou vice-governador, ante treze nomes na eleição passada, um aumento de 92%. Se comparado com 2010, quando sete militares disputaram esses cargos majoritários, a alta chega a 257%.
Quando considerado todo o universo de candidatos ao Executivo, os militares representam 7% dos nomes já anunciados pelos partidos. Na eleição passada, a proporção era de 3% do total de profissões registradas ao fim do pleito, conforme dados da Justiça Eleitoral. Os números podem sofrer variações porque o prazo para os candidatos requisitarem o registro vai até a próxima quinta-feira. O perfil dos candidatos vai de apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL) até militar filiado a partido de esquerda.
Com mais de 64 000 assassinatos registrados no ano passado e confrontos frequentes entre facções criminosas internacionalizadas, a violência tornou-se uma das pautas mais sensíveis do debate eleitoral.
“Os militares estão sendo alçados a se candidatar como consequência do momento nacional, um país enfrentando tantas mazelas e dificuldades. Pesquisas de opinião junto à sociedade brasileira mostram que, entre as demais instituições, as Forças Armadas têm maior índice de confiabilidade. E a sociedade está em busca disso”, afirma o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que promoveu rodadas de conversas com os principais concorrentes à Presidência da República. Essa visão é endossada pelo ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, general Sérgio Etchegoyen.
Para o cientista político Hilton Cesario Fernandes, da FESPSP, com a crise na área da segurança pública, os casos de corrupção e o descrédito nos nomes tradicionais da política “era de se esperar que militares fossem o ‘perfil da vez’ para muitos eleitores”. “E esta é uma tendência que não tem dado sinais de mudança para os próximos anos”, afirmou ele.

Divisão

Dos 25 nomes, seis são do Exército, a maior das três Forças e a mais influente politicamente. Não há candidatos da Marinha ou da Aeronáutica. Os demais são policiais (17) e bombeiros militares (2). A reportagem não incluiu na contagem candidatos a cargos no Legislativo nem carreiras vinculadas à segurança pública, mas de caráter civil, como guardas municipais, delegados e policiais civis ou federais que também vão disputar cargos majoritários
Três militares concorrem ao Palácio do Planalto, como candidato a presidente ou vice: Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército, e seu candidato a vice, o general da reserva do Exército Hamilton Mourão (PRTB), além do deputado Cabo Daciolo (Patriota), ex-bombeiro.
Os outros 22 nomes disputam cargos de governador ou vice. No Rio por exemplo, o PRTB lançou uma chapa pura formada por dois policiais militares. Em São Paulo, três mulheres da Polícia Militar foram convidadas para compor chapas como candidatas a vice-governadora do estado.

Propostas

Apesar da resistência na cúpula das Forças Armadas, o emprego dos militares em ações de segurança pública aproximou a tropa dos policiais militares, subordinados aos governadores. Hoje, não só os policiais candidatos, mas também os oficiais e praças do Exército assumiram como bandeira de campanha a defesa de aumentos no soldo, benefícios para famílias de PMs vitimados e mudanças na lei para atuar em confrontos armados, sem que homicídios praticados por policiais gerem processos judiciais.
Militares reassumiram protagonismo no primeiro escalão do governo Temer e passaram a ser mais empregados em ações de segurança pública. O ápice foi a decretação da intervenção federal na segurança do Rio – a cargo de outro militar, o general Walter Souza Braga Netto, comandante militar do Leste. Temer recriou o GSI e, pela primeira vez desde a redemocratização, nomeou um militar para o Ministério da Defesa, o general da reserva Joaquim Silva e Luna.
Após a redemocratização, dois militares que haviam sido governadores biônicos durante a ditadura chegaram ao poder pelo voto direto: o vice-almirante da Marinha Annibal Barcellos, pelo PFL (atual DEM) em 1990 no Amapá, e o brigadeiro da Aeronáutica Ottomar Pinto, do PTB, em Roraima, que ainda governou o estado a partir de 2004 e foi reeleito em 2006, pelo PSDB, antes de morrer no ano seguinte.

Seca e subsídios fazem conta de luz subir quatro vezes mais que a inflação no ano

13:28 0 Comments

A conta de luz já aumentou quatro vezes mais que a inflação neste ano. Enquanto o IPCA entre janeiro e julho ficou em 2,94%, a energia elétrica para as famílias brasileiras subiu 13,79%. A disparada no preço da energia é resultado de uma série de fatores, que inclui falta de chuva, alta do dólar e o crescente peso dos subsídios, encargos e tributos na tarifa elétrica. A expectativa é de que novos aumentos comprometam ainda mais a renda da população.
“A tarifa tem subido de forma preocupante e está chegando ao limite de pagamento do consumidor”, afirma o diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino. Segundo ele, além das questões conjunturais, como o baixo volume de chuvas, outros fatores estão pesando no custo da energia. Um deles é a decisão de elevar a cobrança de encargos na conta de luz para bancar, inclusive, programas públicos que não têm relação alguma com o setor elétrico. Hoje, os penduricalhos na conta de luz beneficiam, por exemplo, produtores rurais, atividades de irrigação, empresas que prestam serviços públicos de saneamento e consumidores de baixa renda. “A tarifa não é um saco sem fundo onde se pode enfiar tudo”, diz Rufino.

Desde 2015, para não onerar o Tesouro Nacional, os custos do setor são transferidos para o consumidor. De lá para cá, a tarifa de energia subiu 30 pontos porcentuais acima da inflação, segundo levantamento feito pela empresa de comercialização e consultoria Safira Energia. Essa discrepância pode se acentuar.
Emendas parlamentares incluídas no texto original da Medida Provisória que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobrás podem aumentar o rol de subsídios. Entre as propostas estão a ampliação da tarifa social (para consumidor baixa renda), o aumento do custo das térmicas a gás e a inclusão do custo de transporte de gás natural no gasoduto Urucu-Coari-Manaus na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) – hoje um dos principais encargos cobrados no setor. Tudo isso seria repassado para o consumidor.
Sobrecarga. De acordo com dados da Aneel, em 2014, os encargos tinham peso de 6% nas tarifas; no ano passado, essa participação já havia chegado a 16%. “Ficou fácil transferir tudo para o consumidor”, afirma o presidente da Associação Brasileiras de Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres (Abrace), Edvaldo Santana, ex-diretor da Aneel.
Ele não vê chances de redução das tarifas nos próximos cinco anos e explica que a origem de boa parte dos problemas vem da intervenção feita em 2012 pela presidente Dilma Rousseff no setor elétrico. Na época, para reduzir as tarifas em 30%, o governo criou a CDE para arcar com vários custos do setor. A intenção inicial era que o Tesouro arcasse com as despesas. Com a crise fiscal, esse plano foi abandonado e o problema jogado no colo do consumidor.
Para piorar o quadro, o País passou a enfrentar um período de estiagem que reduziu o nível dos reservatórios e obrigou o governo a colocar em operação térmicas movidas a óleo diesel, bem mais caras. Esse problema criou no setor outro rombo bilionário, que é o chamado risco hidrológico.
Para bancar a conta, o governo criou as bandeiras tarifárias, que oneram quem consome mais energia. Além disso, a alta do dólar tem encarecido a energia de Itaipu, responsável por 20% do consumo nacional.

Preço do álcool e da gasolina cai nos postos, mas o do diesel sobe.

13:24 0 Comments

O motorista está pagando menos para encher o tanque do carro. Pesquisa semana da Agência Nacional de Petróleo (ANP) mostra que o preço médio do litro da gasolina e do álcool caiu nos postos – levantamento foi realizado no período de 5 a 11 de agosto.
De acordo com a pesquisa, o preço médio da gasolina recuou de 4,473 reais para 4,461 reais. O maior valor é o do Acre, onde o litro da gasolina é vendido por 5,015 reais. Já o menor é o do Amapá (3,919 reais).
No mesmo período, o litro de álcool recuou de 2.715 para 2,688 reais. O estado onde o litro de sai mais caro é o Acre: 4,014 reais. O mais barato é o de São Paulo: 2,462 reais.
O preço médio do botijão de gás de 13 kg também ficou menor, passando de 68,45 para 68,44 reais. O botijão mais caro é o do Mato Grosso (95,85 reais), enquanto o mais barato é o do Espírito Santo (62,72 reais).
Por outro lado, o preço médio do diesel S10 subiu, avançando de 3,453 reais para 3,459 reais. Acre e Amapá têm os maiores valores: 4,224 reais. O menor é o do Paraná: 3,269 reais. A alta do diesel foi um dos motivos que detonou a greve do fim de maio dos caminhoneiros. Para encerrar a paralisação, o governo fez um acordo para segurar os reajustes do preço do diesel. 

“Vendo camisetas de Bolsonaro, mas não voto nele”

13:19 0 Comments

Entre uma camiseta do Homer Simpson e outra da língua dos Rolling Stones, surge a estampa de um personagem um tanto quanto raro para uma banca de camiseta à beira-mar. Na feirinha de artesanato, castanhas e cachaças de Fortaleza, camisetas do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) ao mesmo tempo atraem e repelem clientes. “Tem gente que passa aqui e me xinga, diz que eu estou compactuando com ele, vira a camiseta no avesso”, diz a vendedora Gina Henrique. “Tem até quem diga que vai queimar. Eu só digo: custa 20 reais. Se quiser, pode comprar e fazer o que bem entender com ela”. Apesar da recusa de alguns, ela afirma que a camiseta vende bem. "Se não vendesse não estaria aí, bem na frente, empacando as outras".
Além da barraca de Gina, ao menos outras quatro exibiam camisetas do capitão reformado para vender. E nos mostruários, o candidato não dividia espaço com mais nenhum outro político. “Fizemos o pedido para o fornecedor porque as pessoas passavam aqui e pediam”, diz, em outra barraca, a vendedora Mel Sousa. Ali, as camisetas do militar estão à venda desde janeiro. Mas não é todo dia que alguém compra. “Quando vende, é uma camiseta, uma vez na semana”, explica Liriel Pires, 16, a outra vendedora.
Elas dizem que não é a primeira vez que vendem camiseta de algum candidato ali na Feirinha Beira Mar. “Já teve do Lula e vendemos muito”, diz Mel, que diz não ser eleitora de nenhum dos dois. Na feirinha, vender camisetas não significa fazer campanha. “Se tem gente comprando, a gente vende”, diz. De acordo com ela, muitos clientes perguntam se haverá também camisetas de Lula novamente. “É só o fornecedor fazer. Se ele fizer, vai vender também".
As duas vendedoras afirmam não ter candidato até o momento. “Mas em Bolsonaro eu não voto”, dizem elas, em coro. “Eu tirei meu título neste ano, vou votar pela primeira vez, mas não tenho candidato", diz Liriel, que tem 16 anos. "Só sei que em Bolsonaro eu não voto. Vendo a camisa, mas não voto nele”, diz ela. “Olha aqui. Precisa dessas armas?”, emenda Mel, apontando para a camiseta que leva o rosto do capitão no meio de dois revólveres. "Não precisa, né? Não concordo com isso".
A algumas barracas dali, os vendedores Vitória Noronha e Júnior Capistrano afirmam que pretendem dividir o espaço do capitão com outro candidato. “Já estamos providenciando as camisas de Ciro Gomes", diz Capistrano. "Vamos fazer e dar de graça se alguém quiser”, conta o vendedor, eleitor fiel do pedetista, que foi Governador do Estado. “Ciro fala correto, é muito inteligente e não tem nenhum desvio de conduta", diz ele. "Lá em casa todo mundo é Ciro”, emenda Vitória.
A preferência do casal, porém, em nada impede o sucesso nas vendas do rival de Ciro. Eles afirmam que muita gente compra, todos os dias, a camiseta de Bolsonaro. "A maioria que vem comprar é adolescente", diz Capistrano. “Mas ontem chegou um senhor aqui e comprou cinco de uma vez”. De maneira geral, os vendedores afirmam que os compradores são essencialmente turistas. "A maioria que compra não é daqui", disse Mel. "Aqui o povo aqui é Lula, independente do que for”.
Não é o caso do artista plástico Denis Silveira, 24. Nascido em Fortaleza, ele estava na barraca de Gina para comprar uma outra camiseta. Viu a de Bolsonaro e pensava se a compraria também. “Eu não concordo com tudo o que ele diz, mas em algumas coisas ele está certo”, disse, elencando a redução da maioridade penal e a liberação do porte de armas entre as ideias com as quais se identifica. “Sempre votei nulo. Uma vez votei em Dilma, mas aí no tempo dela teve corte no FIES [Fundo de Financiamento Estudantil]  e eu me prejudiquei”, diz. “Neste ano, pensei em votar em Marina Silva, mas ela só aparece em época de eleição. Ciro Gomes muda o discurso confirme o público. Por isso estou pensando em Bolsonaro”, conta. A camiseta, ele não levou. “Ainda não tenho certeza”.

INSS: fim da validade da seleção anterior viabiliza novo concurso

20:25 0 Comments

A partir deste domingo (5), o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) não terá mais como realizar novas contratações para suprir uma defasagem que já acumula 16 mil postos vagos. Acontece que neste dia chega ao fim o prazo da última seleção realizada pelo órgão, em 2016, deixando-o sem lista de aprovados para convocação, o que naturalmente torna inevitável a realização de um novo concurso, ainda mais tendo em vista que 55% do atual quadro de pessoal, o que representa quase 20 mil servidores, já está em condições de se aposentar.
E aa pressão pelo edital parece estar chegando por todos os lados ao Governo Federal. Além da população revoltada com a qualidade dos serviços prestados e o próprio órgão insistindo na solicitação de abertura de vagas, os atuais servidores, insatisfeitos com a sobrecarga de trabalho, também resolveram se unir em torno da causa.
A Fenasps (Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social) já anunciou que fará uma paralisação total da categoria caso o governo não atenda sua pauta de reivindicações, que tem como uma das principais propostas a realização de concurso público para reoxigenação do quadro de servidores.
Segundo nota do sindicato, “o INSS no contexto atual vem passando por um verdadeiro caos, principalmente em virtude da insuficiência de servidores”.
“Considerando que não houve resposta à pauta de reinvindicação, orientamos a intensificação da mobilização em todo País e preparar a paralisação dos trabalhadores”, conclui a Fenasps na nota.

Pedido do vagas

Depois de ter o pedido para abertura de 16.548 vagas desprezado pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG), o INSS encaminhou uma nova solicitação, em caráter emergencial, desta vez para 10.468 vagas.
Do total de postos requeridos, 6.034 são para técnico do seguro social, 2.222 para analista do seguro social e 2.212 para perito médico previdenciário.
Segundo o INSS, o documento enviado ao MPDG serve para reforçar “a urgência na recomposição continuada do quadro permanente de pessoal do Instituto Nacional do Seguro Social. mediante a ampliação do número de vagas do concurso público autorizado – em 2015 -, e, posteriormente, a autorização para realização de novo concurso público”.
No novo pedido não há separação de vagas para convocação de remanescentes e para realização de novos concursos. Já na solicitação anterior, isto estava definido da seguinte forma: 7.580 vagas para a abertura de novo concurso, 2.644 para os excedentes da seleção vigente (2.114 para técnico e 530 para analista) e 6.324 que poderiam ser tanto para o atual processo seletivo quanto para o novo certame (6.160 para técnico e 164 para analista).

PT estadual vota a favor da candidatura de Marília Arraes ao governo

21:53 0 Comments

A reunião do diretório do PT em Pernambuco se transformou no principal evento político do país nesta quinta-feira (2). Todas as atenções da esquerda nacional - e o olhar atento dos demais atores políticos envolvidos na eleição que se aproxima - estavam voltados para a decisão dos 251 delegados petistas no Recife em relação à manutenção da candidatura da vereadora Marília Arraes ao governo do estado. Sob forte pressão da Executiva Nacional - que, na noite anterior, fechou um acordo com o PSB para apoiar a reeleição do atual governador Paulo Câmara - a maioria absoluta dos militantes do PT gritavam pela resistência local. Sentimento que ficou ainda mais exposto quando o senador Humberto Costa foi hostilizado em sua chegada ao encontro. Cercado e acuado pelos gritos de “golpista”, Humberto tentou utilizar uma possível orientação do ex-presidente Lula como justificativa para seu posicionamento contra a candidatura de Marília: “Vocês acreditam que existe alguma coisa que seja aprovada no PT que não tenha o apoio ou o conhecimento de Lula?”

De Curitiba, ainda em frente à sede da Polícia Federal onde Lula está preso, a presidente do partido, Gleisi Hoffman, gravou um vídeo para reforçar o posicionamento do PT de apoiar o PSB em Pernambuco. A senadora estava reunida com o ex-presidente minutos antes de gravar o vídeo e, desta forma, enviava um recado direto e seco para Marília. A “voz silenciosa” de Lula ecoava pelos corredores e salas do Recife Praia Hotel. Durante o processo de votação dos delegados, a portas fechadas, a vereadora e pré-candidata deixou a sala e foi para uma ala reservada do hotel fazer ligações. Do lado de fora, ouviu coros de apoio dos militantes. A divisão do partido estava clara. O futuro de Marília não.

Eram 20h40 quando o som que veio do salão onde acontecia a votação deixou claro o que acabara de acontecer ali dentro. A candidatura da vereadora Marília Arraes resistiu à pressão da cúpula do partido. A decisão da Executiva Nacional foi “derrubada” pelos delegados pernambucanos.

Isso significa que Marília terá sua candidatura oficializada? Ainda não. O ex-deputado federal Fernando Ferro explicou os próximos passos do imbróglio: “Depois desse encontro vai haver uma votação do recurso da Executiva Nacional nesta sexta-feira (3). Se não tivermos sucesso, vamos recorrer a última instância domingo.Isso está sendo muito ruim para o partido. Tem muita gente querendo se desfilar. Como lidar com isso? Sou favorável até que recorramos a instâncias jurídicas. Isso pode destroçar o PT de Pernambuco”.

Enquanto a militância fazia festa em torno de Marília, o senador Humberto Costa afirmou que a decisão do diretório de Pernambuco dificilmente será validada pela cúpula nacional. “A decisão de amanhã (sexta, 3) se não houver nada novo, será manter a decisão da executiva. Hoje eu defendi a aliança com o PSB e amanhã defenderei de novo”, afirmou o senador que - no entanto - não se negou a dar as mãos a Marília após o resultado: “Serei candidato ao Senado de todo jeito”.

*Com informações dos repórteres Aline Moura e Danilo Andrade.

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