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ECONOMIA Ministério da Economia determina bloqueio adicional de R$ 6,7 bi no Orçamento



Foto: Divulgação

Um dia após anunciar novo recorde na arrecadação de tributos federais, o Ministério da Economia informou, nesta sexta-feira (22), que a necessidade de um corte adicional no orçamento deste ano é de R$ 6,739 bilhões para efeito do cumprimento da regra do teto de gastos, conforme dados do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do terceiro bimestre deste ano.


Esse montante é o resultado da diferença do total de R$ 12,74 bilhões de necessidade de bloqueio acumulado no ano, sendo que R$ 5,997 bilhões são cortes remanescentes do relatório do segundo bimestre. Antes, a necessidade de bloqueio total no segundo bimestre era de R$ 9,96 bilhões e esse montante aumentou R$ 2,77 bilhões no terceiro relatório bimestral. "A diferença foi utilizada para recomposição de despesas obrigatórias. Portanto, a necessidade de bloqueio adicional e de recomposição é de R$ 6,739 bilhões”, informou o comunicado da assessoria da pasta.


Conforme dados da pasta, os números incorporam as despesas extras com a derrubada de veto à Lei Paulo Gustavo (LCP 195/22), cujo impacto fiscal é de R$ 3,86 bilhões; e aprovação do piso salarial dos agentes comunitários de saúde, previsto na Emenda Constitucional (EC) nº 120/2022, cujo impacto é de R$ 2,24 bilhões.


O detalhamento do bloqueio será divulgado na próxima semana, quando ocorrer a publicação do decreto de programação, informou a assessoria. A pasta marcou para a próxima segunda-feira (25) uma entrevista coletiva com técnicos para explicar aos jornalistas o relatório e o novo corte no Orçamento.


Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro (PL) havia comentado que o corte seria maior, de R$ 8 bilhões.


Atualizações


As novas projeções levam em consideração a revisão dos parâmetros do Ministério da Economia, elevou de 1,5% para 2% a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano e ainda estima alta de 7,2% no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2022.


Com isso, a expectativa de receita primária deste ano aumentou em R$ 59,014 bilhões na comparação com o boletim anterior, para R$ 2,226 trilhões. A previsão da receita líquida, após as transferências aos entes federativos, teve aumento de R$ 51,955 bilhões, para 1,774 trilhão na mesma base de comparação.


A estimativa do total de despesa primária aumentou em R$ 45,819 bilhões, para R$ 1,834 trilhão. Desse total, os gastos obrigatórios, de R$ 1,679 trilhão, teve aumento de R$ 46,746 bilhões. Já a despesa discricionária do Poder Executivo teve queda de R$ 927 milhões, para R$ 154,246 bilhões.


A previsão de deficit primário do governo central diminuiu em R$ 6,136 bilhões, para R$ 59,354 bilhões, o equivalente a 0,6% do PIB. O dado está abaixo da meta fiscal para as contas do governo central, que permite um rombo de até R$ 170,5 bilhões. Essa estimativa, segundo a pasta já incorpora os gastos adicionais de R$ 41,2 bilhões previstos na EC 123/202 e os R$ 16,51 bilhões previstos na redução de PIS-Cofins e Cide sobre gasolina e etanol.
Por: Rosana Hessel - Correio Braziliense

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