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Empresa que forneceu merenda suspeita de causar mal estar em 60 alunos de escola estadual do Cabo se posiciona

Um dia após 60 alunos da Escola Técnica Estadual Luiz Alves Lacerda, localizada no Cabo de Santo Agostinho, apresentarem mal estar em consequência de uma intoxicação alimentar, causada pela ingestão da merenda escolar oferecida pela unidade de ensino, a empresa General Goods -fornecedora da refeição- afirmou que "está trabalhando para identificar as possíveis causas do incidente". 

Em nota, a empresa comunicou que ontem, após o conhecimento da ocorrência, técnicos da Vigilância Sanitária e da Secretaria de Educação do Estado, além de profissionais do controle de qualidade da General Goods, se dirigiram à escola e não identificaram irregularidades nas refeições servidas. 

A General Goods é responsável por servir 100 mil refeições por dia nos estados de Pernambuco e do Rio de Janeiro, além de clientes públicos e privados. Ainda segundo o grupo, "a empresa está reforçando todos os seus procedimentos de segurança alimentar na unidade escolar", concluiu o comunicado. 

Relembre o caso
Alunos da Escola Técnica Estadual Luiz Alves Lacerda, localizada na região central do município do Cabo de Santo Agostinho, tiveram quadro de mal estar em consequência de uma intoxicação alimentar após comerem a merenda da instituição nesta quarta-feira. Do total, onze adolescentes (10 do gênero feminino e um do masculino), entre 15 e 17 anos, tiveram que ser socorridos e levados a um hospital. Suas identidades foram preservadas.

De acordo com pronunciamento oficial do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), o pedido por socorro foi realizado por volta das 13h50. Chegando lá, o grupo atendeu os adolescentes que estavam com sintomas mais graves, e os ecaminharam até o Hospital Mendo Sampaio, também no Cabo. 

Resposta do governo de Pernambuco

Depois do acontecimento na Escola Técnica Estadual Luiz Alves Lacerda, o governo do estado de Pernambuco se pronunciou através de um comunicado. Nele, informou que os gestores da instituição de ensino prestaram os primeiros socorros às vítimas, acionaram o SAMU e também entraram em contato com os responsáveis pelos estudantes.

Ainda na nota, o governo estadual disse que “todos os pontos precisam ser analisados com precisão antes de qualquer conclusão”, e que por isso encaminhou profissionais de nutrição ao local para coletar amostras das refeições.
Abaixo, leia na íntegra o que o governo disse sobre  o caso

“A Secretaria de Educação e Esportes do Estado informa que ao tomar conhecimento de que estudantes estavam passando mal, a gestão da Escola Técnica Estadual (ETE) Luiz Alves, no Cabo de Santo Agostinho, prontamente prestou os primeiros socorros aos jovens, acionou o Samu e entrou em contato com os pais e responsáveis.  A Gerência Regional de Educação Metropolitana Sul também encaminhou uma equipe de nutricionistas até o local para fazer a anamnese com os estudantes e coletar as amostras da refeição para análise laboratorial, onde todos os pontos precisam ser analisados com precisão antes de qualquer conclusão. A pasta esclarece ainda que a alimentação escolar passa por uma avaliação nutricional rigorosa antes de ser servida aos estudantes e a produção é diária. Inclusive, periodicamente, os alunos se submetem a aplicação de um questionário de satisfação e de aceitabilidade. Os estudantes que se sentiram mal foram liberados após autorização médica e com a presença dos pais ou responsáveis”, disse a nota.
DP

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