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A maior velocidade!

Simulado de Língua Portuguesa para os Correios.

Para quem quer revisar, a professora de Língua Portuguesa do Interativo, Renatier Varela, organizou um simulado que pode ajudar os candidatos que vão prestar o exame dos Correios no próximo domingo.
Vale lembrar que os candidatos devem comparecer com uma hora de antecedência ao local de prova, munidos de documento oficial com foto, caneta preta de corpo transparente e comprovante de inscrição ou comprovante de pagamento, como orienta o edital do certame.
Quem ainda não imprimiu o seu comprovante de inscrição poderá fazê-lo através do item Página de Acompanhamento, no site do CespeUnB.
Boa prova!
Texto para as questões 1 e 2
Único bioma de ocorrência exclusiva no Brasil, que já ocupou 10% do território nacional, a caatinga experimenta um processo acelerado de desmatamento — que pode significar a desertificação do semiárido nordestino. Com 510 espécies de aves e 148 de mamíferos, a caatinga padece da ausência de uma política clara de conservação que estanque o processo de desflorestamento e ajude a impedir a formação de um deserto em pleno Nordeste, ameaça concreta diante do aquecimento global do clima no planeta. Quase dois terços da área sob risco de desertificação no Brasil estão na caatinga, que já teve, a exemplo do cerrado, aproximadamente metade de sua extensão, que é de 826.000 km², destruída.
Jornal do Commercio (PE), 16/3/2010 (com adaptações).
1. Assinale a opção correspondente ao tipo textual predominante no texto.A) narrativo
B) descritivo
C) dissertativo
D) dialógico
E) persuasivo
2. Em relação às estruturas linguísticas empregadas no texto, assinale a opção correta.A) O trecho “que já ocupou 10% do território nacional” (l.1-2) está entre vírgulas porque tem natureza restritiva.
B) Prejudica-se a correção gramatical ao se substituir o travessão, na linha 3, por vírgula.
C) A forma verbal “estanque” (l.6) foi empregada no presente do indicativo, porque o período em que se insere apresenta informação acerca de fato que ocorre na atualidade.
D) Preserva-se a correção gramatical do período substituindo-se a forma verbal “estão” (l.10) pelo singular está.
E) O segmento “que é de 826.000 km²” (l.12) está entre vírgulas porque é um aposto.
Para preservar a caatinga, será preciso mais do que fiscalização — sempre de difícil execução no país — ou mais do que a declaração de boas intenções. Um dos caminhos viáveis parece ser seguir a fórmula adotada na Amazônia, que possui 20% de seu território protegidos por lei. Na caatinga, esse percentual é de apenas 7%. A promessa do governo federal de utilizar metade do Fundo de Mudanças Climáticas para a recuperação do bioma e a perspectiva de criação de um Fundo Caatinga pelo Banco do Nordeste são notícias importantes, porém devem ultrapassar logo a fase dos discursos. A caatinga brasileira não tem mais tempo a perder.
Idem, ibidem (com adaptações).

3. Assinale a opção que está de acordo com as ideias do texto acima.A) A fiscalização é dispensável no processo de preservação da caatinga.
B) Uma das soluções para o desmatamento da caatinga seria ampliar a área protegida por lei.
C) O país tem larga experiência na fiscalização eficaz e bem sucedida contra o desmatamento.
D) Já está em pleno funcionamento o Fundo Caatinga, criado no Banco do Nordeste.
E) O governo federal já utilizou mais da metade do Fundo de Mudanças Climáticas para proteger a caatinga.
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Como o enfrentamento do problema do aquecimento global exige a atuação conjunta de dezenas de nações, as perspectivas para a próxima cúpula do clima, prevista para dezembro, no México, vão-se tornando mais desanimadoras. Mas a questão climática, para ser enfrentada de modo satisfatório, precisa menos de crenças otimistas ou pessimistas e mais de análises objetivas das transformações da atmosfera. É com apoio científico capaz de embasar as decisões sensatas dos governos que se caminhará rumo a necessária reorientação da economia global.
Idem, ibidem (com adaptações).
4. No texto acima, cabe o emprego correto do acento grave no trechoA) “a atuação” (l.2).
B) “as perspectivas” (l.2-3).
C) “a questão” (l.5).
D) “as decisões” (l.8).
E) “a necessária” (l.9).
No primeiro balanço resultante do monitoramento por satélite, foi detectado o sumiço, entre 2002 e 2008, de uma área da caatinga com três vezes o tamanho do Distrito Federal — pouco mais de 16.500 km². O ritmo é semelhante ao do desmatamento da Amazônia, com consequências graves, já que, nesse passo, a caatinga, cinco vezes menor, será consumida muito mais rapidamente. Por ano, a vegetação equivalente a duas cidades de São Paulo, a maior do Brasil, some do mapa, atirando 25 milhões de toneladas de carbono na atmosfera — e apertando ainda mais o ciclo do aquecimento global. De acordo com as previsões sombrias baseadas nesses números, o aumento da temperatura levará à redução das chuvas e ao êxodo populacional, em direção aos centros urbanos. Se nada for feito para conter o processo, a vulnerabilidade da caatinga ameaça prejudicar a recuperação da economia nordestina verificada nos últimos anos.
Idem, ibidem (com adaptações).
5. A coerência, a correção gramatical e o sentido original do texto acima serão mantidos caso se substitua o trecho:A) “foi detectado” (l.2) por detectaram-se.
B) “ao do desmatamento” (l.4-5) por ao lento desmatamento.
C) “já que, nesse passo,” (l.5-6) por conquanto nessa velocidade.
D) “De acordo com as” (l.11) por Conforme as.
E) “Se nada” (l.14) por Caso nada.
Ao lado de avanços nas relações trabalhistas — como a participação nos resultados e o investimento das empresas mais modernas na qualidade de vida de seu pessoal —, jogar limpo com o consumidor vem-se tornando uma preocupação cada vez mais marcante das corporações bem-sucedidas. Longe da troglodita noção de esperteza que ainda caracteriza certos empresários iludidos com as vantagens do imediatismo, é crescente o número dos gestores que já percebem o consumidor como alguém a ser respeitado em troca da fidelidade. Ao construir uma reputação elevada para seu negócio, esses agentes econômicos acabam ajudando as sociedades a se afastarem do capitalismo selvagem.
Estado de Minas, 15/3/2010 (com adaptações).
6. Com relação ao texto acima, assinale a opção que apresenta um trecho inadequado ao uso em correspondências oficiais.A) “avanços nas relações trabalhistas” (l.1)
B) “investimento das empresas mais modernas” (l.2-3)
C) “jogar limpo com o consumidor” (l.3-4)
D) “é crescente o número dos gestores” (l.7-8)
E) “ser respeitado em troca da fidelidade” (l.9)
7. As opções abaixo apresentam trechos, sucessivos e adaptados, de um texto publicado no jornal Estado de Minas de 15/3/2010.
Assinale a opção em que o trecho está gramaticalmente correto.
A) Reconhecer e fazerem valer os direitos do consumidor é tarefa que certamente cabe a todos os envolvidos, mas não há como implementar-lhe sem que o Estado cumpra seu papel de estabelecer marcos legais e cuidar de fiscalizar sua aplicação.
B) Não foi à toa que, na meca do liberalismo, coube ao governo central dos EUA à iniciativa de promulgarem os quatros direitos fundamentais do consumidor: informação, segurança, escolha e participação.
C) No Brasil, a lei que instituiu o Código de Defesa do Consumidor fará 20 anos em 11 de setembro e são um dos maiores sucessos de aceitação populares.
D) Ela animou o surgimento de combativas organizações civis e, desde então, o brasileiro médio aprendeu a observar a data de validade dos produtos, a veracidade das informações da embalagem e, principalmente, a reclamar de defeitos, atrasos na entrega e atendimento inadequado.
E) Não faltou, o apoio da mídia. A verdade é que, sem vigilância, execração pública e punição exemplar vai haver, sempre alguém tentando fazer o consumidor de vítima.
As campanhas publicitárias não estão dando o resultado esperado, ou não são eficazes para que as pessoas atendam aos apelos de prevenção. O fato é que começamos o ano com mais vítimas da dengue do que em 2009 — até a segunda semana de fevereiro, o número registrado foi mais que o dobro do registrado no mesmo período no ano passado. Foram mais de 108 mil casos da doença, com 21 mortes. Tudo indica que teremos uma epidemia de largo espectro este ano, com muitas internações em diversos pontos do território nacional.
Jornal do Commercio (PE), 15/3/2010 (com adaptações).
8. No trecho, o emprego de verbos na primeira pessoa do plural, em “começamos” (l.3) e “teremos” (l.8), tem a função deA) inserir o autor e os leitores como participantes dos fatos focalizados pelas informações do texto.
B) conferir ao texto um tom de modéstia por parte do autor, que não quer chamar a atenção para si.
C) revelar que o texto é escrito por mais de um autor, que são colaboradores de outras áreas.
D) identificar o poder público, os dirigentes da área da saúde, como autores do texto.
E) reforçar a ideia de que a publicação é produzida coletivamente, por vários jornalistas.
9. As opções que se seguem apresentam trechos adaptados de um texto publicado no Jornal do Commercio (PE) de 15/3/2010.
Assinale a opção em que o trecho adaptado apresenta grafia correta.
A) A ampla maioria dos mosquitos desenvolve-se nos rescipientes de água parada localizados dentro dos quintais dos domicílios, e por isso o discurso oficial repete o mantra de que o cidadão precisa acordar para o perigo, fazendo a sua parte para previnir o surto.
B) No entanto, não se podem deixar em segundo plano, principalmente nas áreas mais pobres, os terrenos e logradouros abandonados repletos de criatórios do mosquito da dengue. As residências e construções abandonadas devem ser vistoria-das regularmente.
C) A responsabilidade pela saúde pública, em última instânscia, é dos governantes, e não do cidadão. É para isso que existem autoridades eleitas pelo povo.
D) O Brasil é vunerável à ação do mosquito da dengue por uma razão simples: a precaridade das condições de vida, nos locais em que predomina o acúmulo de lixo, somada às deficiências na educação, são o cenário ideal para a multiplicação do inseto.
E) Neste cenário favorável à epidemia, será preciso mais do que campanhas informativas para debelar o risco, já vislumbrado, de caus generalisado. Os postos e hospitais da rede pública e privada não têm capacidade para dar conta da demanda em momentos de crise epidemiológica.
A pesquisa para o desenvolvimento da vacina contra a dengue têm gerado grande expectativa. Enquanto a vacina não vem, a mistura de calor e chuva com desleixo e omissão — daqueles que representam a coletividade — eleva o temor da epidemia, sobretudo de sua forma letal, com febre hemorrágica. É preciso agir logo. Iniciativas como a ovitrampa, armadilha que atrai as fêmeas e utiliza larvicida biológico, em Caruaru, poderiam ser adotadas em outras cidades. O custo de cada armadilha é de apenas R$ 0,50.
Idem, ibidem (com adaptações).
10. Considerando que, no texto acima, foi introduzido um erro gramatical, assinale a opção que identifica esse erro.A) o acento circunflexo da forma verbal “têm” (l.2)
B) a vírgula logo após “vem” (l.3)
C) a grafia de “desleixo” (l.3)
D) o travessão logo após “coletividade” (l.4)
E) o zero após o “5”, em “0,50” (l.9)
11. As opções abaixo apresentam trechos, sucessivos e adaptados, de texto publicado no Correio Braziliense de 14/3/2010. Assinale a opção em que o trecho está gramaticalmente correto.A) É preciso considerar como nacional, a riqueza do pré-sal, camada a mais de 300 km da costa brasileira que não pode ser reinvindicada exclusivamente por esse ou aquele estado, com o argumento de que é o produtor.
B) Trata-se, indubitavelmente de patrimônio de todos os brasileiros, há ser explorado em regime de partilha, não de concessão, com os poços sob a propriedade da União. É justo que para a nova fortuna haja novas regras.
C) E é imprescindível que elas garantam a melhor gestão, com transparência e total retorno a nação. Importante é que o Congresso apresente a nação modelo capaz de trazer das profundezas do oceano para a casa de cada brasileiro as riquezas recém-descobertas.
D) É para melhorar a educação e a saúde, reduzir às desigualdades e propiciar os avanços tecnológicos e a infraestrutura que deve servir as imensas reservas de petróleo capazes de, bem exploradas, levar o Brasil ao Primeiro Mundo.
E) O futuro está próximo, mas há uma porta a ser ultrapassada, e a chave para abri-la é um marco regulatório para exploração do petróleo da camada pré-sal escrito pelos parlamentares brasileiros.
Clima favorável, investimentos em insumos e máquinas e otimismo do agricultor com as perspectivas do mercado externo são os fatores que explicam os seguidos aumentos das estimativas da safra de grãos que está sendo colhida no país. As mais recentes, que acabam de ser divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Companhia Nacional de Abastecimento, embora com pequenas discrepâncias decorrentes do uso de metodologias diferentes, indicam que, com 143,5 milhões de toneladas, esta pode ser a segunda maior safra da história. O ministro da Agricultura acredita que as próximas projeções podem confirmar uma safra recorde. É um cenário bem melhor do que o observado no ano passado, marcado pela crise econômica mundial, pelas incertezas quanto à demanda internacional, pela queda de preços e, em algumas regiões, sobretudo a Sul, por uma prolongada estiagem.
O Estado de S.Paulo, 13/3/2010 (com adaptações).
12. O texto em apreço é predominantementeA) persuasivo.
B) dissertativo.
C) descritivo.
D) dialógico.
E) narrativo.
13. As opções a seguir apresentam trechos, sucessivos e adaptados, de texto publicado no jornal O Estado de S.Paulo de 13/3/2010. Assinale a opção em que o trecho está gramaticalmente correto.A) O Brasil tem condições de aproximar-se dos líderes produtores agrícolas, pois os principais fatores que impulsionaram a produção brasileira, nos últimos anos, continuam presentes: a disponibilidade de recursos naturais, como terra, água e sol; a demanda dos países asiáticos; e o aumento da produtividade.
B) A produtividade, por exemplo sustentada, principalmente, pelas pesquisas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária sobre variedades e métodos adequados a realidade brasileira e pela modernização da gestão no campo, continua a crescer.
C) Problemas existem e não são desprezíveis. O principal desafio da agricultura brasileira, é a precária infraestrutura. As estradas são ruins e não atende importantes regiões. Os portos funcionam de forma insuficiente.
D) Por causa dessa deficiência, o qual o governo não consegue eliminar, o custo do frete, representa quase metade do valor recebido pelo produtor de soja de Mato Grosso.
E) Sem infraestrutura, os custos de produção não é competitivo e a agricultura não consegue se desenvolver em regiões cuja áreas poderiam ser agrícolas, como o norte de Minas Gerais.
Texto para as questões 14 e 15
O pior efeito da crise econômica, para o Brasil, foi a queda de quase 10% no valor dos investimentos em máquinas, equipamentos e construções, como confirmam as contas nacionais divulgadas pelo IBGE. Por isso, 2009 não foi um ano perdido apenas quanto ao crescimento econômico. A contração de 0,2% do produto interno bruto (PIB) está longe de ser desastrosa. A perda mais importante foi outra: o país aplicou muito menos que o necessário para modernizar e ampliar sua capacidade produtiva e garantir, dessa maneira, condições mais sólidas para a expansão nos anos seguintes. A queda do investimento de 18,7% para 16,7% do PIB entre 2008 e 2009 é o dado mais negativo, em termos estratégicos, no cenário do ano passado.
O Estado de S.Paulo, 12/3/2010 (com adaptações).

14. Depreende-se das informações do texto queA) o ano de 2009 representou uma queda no crescimento econômico sem reflexos no futuro.
B) houve ampliação do investimento em máquinas e equipamentos industriais mesmo durante a crise.
C) a diminuição do PIB foi a pior consequência da crise.
D) a falta de investimentos prejudicou a possibilidade de ampliação da capacidade produtiva nos anos seguintes à crise.
E) a modernização e a expansão da indústria estão asseguradas, apesar da queda do PIB.
15. O texto em questão éA) subjetivo e informal.
B) coloquial e pessoal.
C) impessoal e informativo.
D) opinativo e pessoal.
E) formal e subjetivo.
O IBGE prevê para 2010 a segunda maior safra agrícola da história: 145,1 milhões de toneladas de grãos, volume 8,5% maior do que a de 2009.
Um dos motivos do crescimento da safra é a expansão de 1,5% da área plantada, totalizando 47,9 milhões de hectares.
O Brasil é privilegiado pelo clima e pela disponibilidade de água e terra, embora o preço desta última venha subindo. Mas não há só ajuda divina. O principal impulso vem do aumento da produtividade, consequência do uso mais intenso de insumos, máquinas e técnicas modernas de plantio, como o adensamento — o que exige investimentos e aperfeiçoamentos tecnológicos.
Estudo recentemente divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento mostra que a produtividade, medida pela produção em toneladas por hectare, cresce em várias frentes. A trajetória da soja no Brasil é um dos maiores exemplos da evolução agrícola do país. Na década de 70 do século XX, quando começou a entrar em Mato Grosso, a produtividade média da cultura da soja era de 30 sacas por hectare. Atualmente, supera as 50 sacas e está acima da média registrada nos EUA.
Valor Econômico, 11/3/2010 (com adaptações).
16. Em relação ao texto acima, assinale a opção correta.A) Prejudica-se a correção gramatical do período eliminando-se o “do” em “maior do que” (l.3).
B) Subentende-se, em “do que a de” (l.3), a elipse da palavra antecedente “história” (l.2).
C) O tom que se exprime com a linguagem utilizada em “não há só ajuda divina” (l.8) torna esse trecho adequado para o emprego em correspondências oficiais.
D) A forma verbal “mostra” (l.14) está no singular porque concorda com “Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento” (l.13-14).
E) Infere-se das informações do texto que há uma relação diretamente proporcional entre maior produção por hectare e produtividade.
O Brasil já é o primeiro da lista de maiores exportadores de álcool, café, suco de laranja, carne de frango e carne bovina. Está em segundo em soja, farelo de soja e milho; e em quarto em carne suína.
O cenário é muito positivo para o agronegócio brasileiro da porteira da fazenda para dentro. Velhos gargalos tolhem uma evolução ainda maior do agronegócio no Brasil, especialmente na área de logística. Estradas ruins encarecem o frete e alongam as viagens; portos subdimensionados e congestionados atrasam os embarques e, com isso, causa perda de mercadoria. Há ainda o problema do câmbio e o protecionismo dos países ricos, que defendem sua própria agricultura com poderosas barreiras comerciais, como mostra a atual briga do Brasil com os EUA por causa dos subsídios ao algodão.
Idem, ibidem (com adaptações).
17. Considerando que, no texto acima, foi introduzido um erro gramatical, assinale a opção que identifica esse erro.A) o ponto e vírgula logo após “milho” (l.4)
B) a grafia de “viagens” (l.9)
C) a flexão da forma verbal “causa” (l.10)
D) a forma verbal “Há” (l.11)
E) a sigla “EUA” (l.14)
Texto para as questões de 18 a 20
O Nordeste é marcado pela diversidade nas suas seis regiões naturais. Nelas são encontradas áreas densamente povoadas, áreas com população rarefeita, poucas ilhas de umidade, espaços serranos em que o verde ainda se mantém preservado e imensos vazios, nos quais se identifica estágio de desertificação. Para entendê-lo, há que se partir das peculiaridades apresentadas por essas diferenças, embora estas também estejam em processo de descaracterização.
Diário do Nordeste (CE), 11/3/2010 (com adaptações).

18. Em “entendê-lo” (l.6), a forma pronominal “-lo” refere-se ao termoA) “O Nordeste” (l.1).
B) “verde” (l.4).

C) “estágio de desertificação” (l.5-6).
D) “estágio” (l.5).
E) “processo de descaracterização” (l.8).
19. Na expressão “população rarefeita” (l.3), a palavra “rarefeita” significaA) pouco densa.
B) insalubre.
C) menos produtiva.
D) desempregada.
E) economicamente desfavorecida.
20. A palavra “peculiaridades” (l.7) está sendo empregada com o sentido deA) restrições.
B) dificuldades.
C) especificidades.
D) limitações.
E) condicionamentos.
Gabarito:01. C;  02. D; 03. B;   04. E;  05. D;  06. C; 07. D;  08. A;  09. B; 10. A; 11. E; 12. B; 13. A; 14. D; 15. C; 16. E; 17. C; 18. A; 19. A; 20. C.
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