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BRASIL:Senador defende a importância de Belo Monte para o crescimento do país

Hidrelétrica produzirá energia a preço mais barato do que as alternativas, diz Dornelles

O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) defendeu a importância da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, para o desenvolvimento do país em pronunciamento nesta segunda-feira (25). Segundo ele, o aumento da potência energética instalada é importante para sustentar as taxas de crescimento econômico.
  
- Belo monte produzirá energia suficiente para 26 milhões de brasileiros, com perfil de consumo similar à região metropolitana de São Paulo. O Brasil precisa da energia de Belo Monte. A demanda por energia elétrica cresce na esteira do aumento da atividade econômica e do consumo doméstico. O consumo total brasileiro aumentou em cerca de 8% em 2010, tendo por base o ano de 2009.
A previsão de consumo é do Plano Decenal de Expansão de Energia, que prevê que Belo Monte gerará 40 terawatts por hora (um terawatt corresponde a um milhão de megawatts). Segundo Dornelles, o preço a ser pago pela energia de Belo Monte, de R$ 77,95 por megawatt, é baixo comparado ao custa das outras opções de geração de energia elétrica, como as centrais elétricas de pequeno porte, os geradores eólicos ou as usinas de biomassa.
A construção da usina tem gerado controvérsias. Na última quarta-feira (20), a CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos), órgão ligado à OEA (Organização dos Estados Americanos), concedeu mais oito dias para que governo brasileiro se manifeste sobre medida que pede a suspensão do processo de licenciamento da Usina de Belo Monte. De acordo com a CIDH, a ampliação do prazo atende ao pedido feito pelo governo. 


Com a decisão da comissão, o governo brasileiro terá até a próxima terça-feira (26) para responder à medida cautelar que solicita a paralisação do projeto de Belo Monte até que sejam ouvidas as comunidades indígenas que vivem na região. O prazo inicial dado pela CIDH para a resposta era de 15 dias e terminou na segunda-feira (18).

Além de ouvir os índios, a decisão da CIDH pede que os estudos de impacto ambiental, apresentado aos índios, sejam traduzidos para a língua indígena e que o Brasil adote medidas “vigorosas e abrangentes” a fim de proteger a vida dos integrantes das comunidades locais.
noticias.r7
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