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Big techs defenderam 'Pix para todos' em reunião, diz Alckmin





Big techs defenderam 'Pix para todos' em reunião, diz Alckmin

Alckmin se reuniu com representantes de big techs como Meta, Google e Apple para discutir o tarifaço de 50% dos Estados Unidos sobre produtos vindos do Brasil


© Getty

Política

Reunião
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, se reuniu nesta segunda-feira (21) com representantes de big techs como Meta, Google e Apple, como parte das discussões comerciais após o anúncio do tarifaço de 50% dos Estados Unidos sobre produtos vindos do Brasil.


Na conversa, segundo Alckmin, o setor tecnológico defendeu a ideia de que o Pix possa ser usado por todos, inclusive pelas empresas, permitindo que ofereçam o serviço em suas plataformas.

"O Pix facilitou enormemente a vida das pessoas e nada impede que [nesta] forma de pagamento outras empresas também participem. Elas falaram que defendem o chamado Pix para todos", disse Alckmin.

"O que é importante é que tem que ser de graça. O Pix é um sucesso porque você não paga, ele é rápido, é um sucesso, aliás, um exemplo para o mundo", defendeu ele.

Na investigação comercial aberta pelo governo de Donald Trump contra o Brasil, o Pix virou alvo como uma possível prática desleal do país em relação a serviços de pagamentos eletrônicos.

Antes do lançamento do Pix, em 2020, o Banco Central retardou o aval ao WhatsApp Pay, uma funcionalidade do aplicativo de conversas que permite enviar e receber dinheiro entre usuários diretamente pelo app, inicialmente operado pela empresa de maquininhas Cielo.

Quando a autorização veio, o Pix já havia tido enorme sucesso, o que causou descontentamento à Meta, que havia investido pesado na sua funcionalidade de pagamento instantâneo.

Desde o anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de sobretaxar em 50% aos produtos brasileiros, o vice-presidente, que também chefia o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, vem se reunindo com representantes dos setores afetados.

Alckmin informou que o Brasil está em diálogo com os EUA sobre o tema, que vem sendo tratado apenas por vias institucionais.

Após encontros com líderes da indústria, agronegócio e mineração, agora foi a vez do setor tecnológico.

Além dos representantes de grupos como a Meta -responsável por Facebook, WhatsApp e Instagram- Alckmin também se reuniu ao longo desta segunda com membros da Inta (Comissão do Comércio Internacional) do Parlamento Europeu e com o presidente da Fiergs (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul), Claudio Bier.

A reunião desta segunda ocorre dias após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmar, durante evento em Goiânia na última quinta (17), que o Brasil iria cobrar impostos de empresas de tecnologia americanas, em meio ao embate com o governo americano.

De acordo com Alckmin, o assunto das taxações não foi tratado com as empresas.

Como a Folha de S.Paulo mostrou, o governo tem planos de taxação de big techs ao menos desde o ano passado. O assunto voltou à tona desde que o governo Trump passou a impor tarifas a produtos brasileiros como o aço.

Durante o período de reuniões, o governo enviou uma carta manifestando indignação e cobrando resposta dos EUA acerca da sobretaxa anunciada pelo país. O documento foi assinado por Alckmin e pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

Enviado na terça-feira (15), o documento cobrava um retorno após uma primeira carta enviada ainda no dia 16 de maio -antes da medida de Trump.

A postura dos setores até o momento vem alinhada à ideia de que o Brasil não deve responder à retaliação americana na mesma moeda, para não prejudicar ainda mais a economia brasileira, bem como para que as medidas não sejam interpretadas como disputa.

Alckmin está no comando da presidência durante a visita de Estado de Lula ao Chile, para um encontro com líderes latino-americanos sobre democracia.a

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