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Consciência: PBH: 73,5% das mortes são de pessoas não vacinadas


Belo Horizonte iniciou a semana com registros de mais 1.443 novos diagnósticos de COVID-19, totalizando 352.112 casos de contaminação pelo coronavírus. Durante o fim de semana, 19 mortes ocorreram e, com isso, o número de óbitos chegou a 7.555 durante a pandemia. A maioria das mortes ocorre entre pessoas que não tomaram a vacina,  divulgou ontem a Prefeitura de BH (PBH), com base em pesquisa realizada entre janeiro de 2021 e este mês. O estudo contabilizou 4.982 vidas perdidas para a doença respiratória no período, das quais 73,51% de pessoas não imunizadas contra a infecção viral.


De acordo com a PBH, das mortes ocorridas entre pessoas vacinadas, 13,41% foram daqueles que receberam apenas uma dose da vacina. Outros 13,08% eram pessoas com esquema vacinal completo e que apresentavam comorbidades. Considerando-se os óbitos por idade, 44,63% ocorreram entre pessoas a partir de 80 anos, 34,23% entre 70 e 79 anos e 16,89% entre 60 e 69 anos.
No levantamento dos indicadores da COVID-19, a prefeitura considerou as mortes ocorridas desde o início da vacinação na cidade. A análise foi feita com base no cruzamento de dados armazenados em bases estatísticas de casos de contaminação confirmados, cobertura vacinal, internações e óbitos.

Os números reforçam a necessidade de que o esquema vacinal seja completo para evitar situações mais graves da doença, as quais podem levar à morte, explica o secretário municipal de Saúde, Jackson Machado Pinto. “Esses dados comprovam, mais uma vez, que as vacinas salvam vidas. Belo Horizonte é um exemplo, com mais de 100% da população acima de 12 anos vacinada com a primeira dose e cerca de 96% com a segunda dose. É muito importante que todos que já foram convocados tomem a dose de reforço ou adicional, ou ainda a quarta dose”, afirma.

Machado Pinto destaca ainda a importância da imunização do público infantil. “Também precisamos proteger as nossas crianças. As vacinas são seguras e a prefeitura mantém, há mais de um ano e em todas as regionais, postos de vacinação em pleno funcionamento para garantir que todos sejam imunizados”, disse.

A vacinação na capital avança com as convocações para aplicação da segunda dose em crianças e ainda ações de repescagem para pessoas já convocadas para tomar a primeira dose, segunda injeção, reforço e adicional, ou quarta dose. As crianças estão sendo imunizadas nas escolas, universidades, entre outros locais. A aplicação em adultos está mantida nos centros de saúde, pontos de drive-thru ou postos extras. Os endereços, horários de funcionamento, critérios e documentos para a vacinação podem ser conferidos no site da PBH (www.pbh.gov.br).

Os indicadores da COVID-19 em Belo Horizonte permanecem baixos, no nível de classificação verde, que indica controle da doença, e apresentando ligeiras oscilações. A taxa de transmissão do coronavírus na cidade continua subindo de forma lenta. Durante o fim de semana, aumentou de 0,83 para 0,86. Isso significa que cada 100 pessoas podem transmitir o vírus para outras 86.

A ocupação dos leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) destinados ao tratamento de pacientes com a COVID-19 caiu de 35,5% para 35,2%. Nas enfermarias, a taxa está estabilizada em 29,5%. Até ontem, BH tinha 1.122 pacientes em acompanhamento médico. Os recuperados chegam a 343.435.

Jackson Machado Pinto, secretário municipal de Saúde
© Túlio Santos/EM/D.A Press %u2013 26/11/21Jackson Machado Pinto, secretário municipal de Saúde

No estado

Desde o início do mês, 76.804 pessoas em Minas Gerais testaram positivo para a COVID-19, frente às 301.639 contaminações verificadas na primeira quinzena de fevereiro, o que significa queda de 74,53%. Os óbitos também apresentam redução, ao totalizarem 709 neste mês. Em março do ano passado, na mesma época, o estado acumulava 1.191 mortes.

Em 24 horas até ontem, foram 507 novos casos confirmados e 6 óbitos ocorreram. Em 2022, o número de pessoas infectadas pelo coronavírus alcança 1.052.517 e 4.123 perderam a vida.

As internações continuam estáveis em Minas. Os leitos de UTI da rede do Sistema Único de Saúde (SUS) seguem com 57% de ocupação, mas apenas 6% dos que são exclusivos para tratamento de pessoas com a COVID-19 estão ocupados. Nas enfermarias, a proporção de equipamentos ocupados é de 82%, sendo que 4% se referem a  casos suspeitos ou confirmados para o vírus. A cobertura vacinal da população com as duas doses ou dose única ainda está em 76%, e 46% receberam a dose de reforço. Em Minas, 7,5 milhões de reforços foram aplicados.

* Estagiária sob supervisão da subeditora Marta Vieira

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