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Valor da cesta básica recua -0,42% no Recife em setembro, segundo Dieese



Após cinco meses de altas consecutivas, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), constatou que a cesta básica recifense registrou uma leve baixa em setembro. Durante o mês avaliado, o valor médio da cesta na capital Pernambucana foi de R$ 489,40, uma redução de -0,42%, R$ 2,06 a menos em relação ao mês anterior. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira (6).
Entre os doze produtos que compõem a Cesta Básica no Recife, oito deles apresentaram elevação nos preços médios no em relação a agosto. A principal alta veio do açúcar (2,65%), seguido pelo óleo de soja (1,36%), arroz (1,25%), carne (0,97%), farinha de mandioca (0,68%), manteiga (0,51%), café (0,35%) e o pão francês (0,19%). Os produtos que puxaram o valor da cesta para baixo foram o tomate (-6,31%), a banana (-3,91%), o feijão (-0,24%) e o leite integral (-0,23 %).
Na média dos últimos 12 meses, o custo médio da cesta no Recife é de R,05. No entanto, desde maio deste ano, não houve um único mês em que o valor ficasse abaixo da média. A cesta mais baixa deste período foi registrada em março deste ano, por R,33 e a mais alta foi identificada em agosto, no levantamento anterior a este, por R,46. Mesmo em queda, o apurado de setembro ainda é o segundo mais alto dos últimos 12 meses, custando R$ 489,40 o conjunto alimentar que não inclui o valor da carne. Somente em 2021 a variação é de 4,26%, um acréscimo de R$ 20,01. No acumulado dos 12 meses a alta é de 5,40% (R$ 25,09). 
Para comprar uma cesta básica é necessária uma jornada de trabalho equivalente a 97 horas e 53 minutos. O Percentual do salário mínimo líquido gasto para a compra dos produtos, suficientes somente para uma pessoa adulta, é de 48,10%. 

Cenário nacional
O custo da cesta básica registrou aumento em setembro na comparação com agosto em 11 das 17 capitais pesquisadas. Segundo o levantamento, as maiores altas foram em Brasília (3,88%) Campo Grande (3,53%), São Paulo (3,53%) e Belo Horizonte (3,49%).

Em relação a setembro de 2020, o preço do conjunto de alimentos básicos subiu em todas as cidades pesquisadas. A elevação dos valores chega a 38,56%, em Brasília, 28%, em Campo Grande, 21,62%, em Porto Alegre, e 19,54%, em São Paulo.
A capital paulista tem a cesta básica mais cara do país, custando R$ 673,45. Em Porto Alegre, o conjunto de alimentos ficou em R$ 672,39, e, em Florianópolis, R$ 662,85. As cestas mais baratas estão na Região Nordeste: Aracaju (R$ 454,03), João Pessoa (R$ 476,63) e Salvador (R$ 478,86).

Entre os itens que puxaram as altas, está o açúcar, que teve aumento de preço, em setembro, em todas as capitais, sendo que as maiores altas foram em Belo Horizonte (11,96%), Vitória (11%), Brasília (9,58%) e Goiânia (9,15%). Segundo o Dieese, a falta de chuvas afetou a produção de cana-de-açúcar, reduzindo a oferta do produto.

DP

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