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Pesquisa revela que maioria dos recifenses não vai comprar presentes para o Dia dos Namorados.

Os consumidores recifenses não estão dispostos a ir às compras para adquirir presentes para a pessoa amada. Mesmo otimistas em relação à melhora de suas finanças pessoais e do país, apenas 41,6% dos recifenses disseram que vão comprar algum presente para o Dia dos Namorados. Os outros 56,7% revelaram que não têm interesse em comprar nada para marcar a data. Enquanto que 1,7% disseram não saber responder. Isso é o que revelou a Pesquisa de Expectativa de Consumo em Recife – Dia dos Namorados, realizada pelo Instituto de Pesquisa da Faculdade Maurício de Nassau.
De acordo com os dados, dentre os indivíduos da classe A, 100% dos entrevistados afirmaram o intento de comprar um presente do dia dos namorados, enquanto que na classe B o percentual foi de 58,7%, na classe C, 41,3% e na classe D, 26,5%. A pesquisa mostrou que, mesmo com toda a tecnologia, o perfume não saiu de moda como o presente preferido pelos recifenses para o Dia dos Namorados. O produto é o nas intenções de compra com 15,7% dos entrevistados revelando que vão presentear a outra pessoa com um perfume. As mulheres, de acordo com a pesquisa, preferem dar camisas como forma de mostrar carinho pelo namorado, marido, noivo.
Essa peça de roupa foi a escolhida por 8% das pesquisadas. Já entre os itens de tecnologia, o aparelho celular vai ser o presente dado por 6,2% dos recifenses para os seus respectivos pares. Se for levada em conta a classe social do entrevistado, os presentes preferidos são os seguintes: os indivíduos da classe A preferem comprar tênis e relógio, para os indivíduos das classes B e C, o presente preferido é o perfume, para os da classe D, são as flores.
No entanto, o economista e coordenador da pesquisa Djalma Guimarães, essa preferência se altera quando o quesito é grau de instrução. Nesse caso, o telefone celular é o escolhido por 22% das pessoas que se declararam analfabeto ou com Ensino Fundamental I incompleto. Já para os entrevistados com Ensino Fundamental I completo/Ensino Fundamental II incompleto, predomina o celular e flores (10,6%), para os com Ensino Fundamental II completo/Ensino Médio incompleto predomina o perfume (10,5%) e para as pessoas com Ensino Médio completo/Superior incompleto prevalece o perfume (18,6%). Enquanto que para os recifenses com ensino superior completo, também predomina também o perfume (50%).

A pesquisa foi realizada nos dias 1 e 2 de junho, num universo de 815 moradores da capital pernambucana. O número de entrevistas foi estabelecido com base em uma amostragem aleatória simples com um nível estimado de 95% de confiança e uma margem de erro estimada de 4%. A amostra foi selecionada a partir de um plano de amostragem estratificada de conglomerados em dois estágios. No primeiro estágio, foram sorteados os setores censitários e, em seguida, é selecionado um número fixo de pessoas segundo cotas amostrais das variáveis sexo e faixa etária.
Dentro dessa amostragem de 815 pessoas, 46% foram do sexo masculino e 54% do sexo feminino, com faixa etária entre 16 até mais de 60 anos. Desse total, 50,8% tem renda individual de até um salário mínimo. Sendo que 33,2% se declararam funcionários com carteira assinada e 21,7% autônomos, 17,9% empregados sem carteira assinada, e 13,6% aposentados. A pesquisa entrevistou pessoas de todas as classes sociais, sendo que 64,2% se concentram na classe C. A amostra foi definida com base nas fontes oficiais de dados: Censo IBGE e TRE.
Da assessoria
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